Adoção


Adotar é Gerar um filho(a) através do Coração.

A adoção é uma prática que vem ser tornando cada vez mais comum. Essencialmente, um ato de amor, planejamento, espera e que mostra que os vínculos afetivos vão muito além da família biológica.

Esse é um ato de coragem, responsabilidade, carinho, respeito pela vida e principalmente de amor incondicional.

No Brasil,  uma pessoa pode adotar uma criança, desde que tenha mais de 18 anos e seja 16 anos mais velho do que o adotado e ofereça um ambiente familiar adequado; Não existe qualquer referência à opção sexual do adotante para que o processo de adoção seja concluído; A inscrição, avaliação e acompanhamento realizados por instância oficial são gratuitos;

Muitas vezes, o processo de espera é lento podendo ocasionar ansiedade, expectativas para o momento tão sonhado e esperado.  O acompanhamento terapêutico nessa fase auxilia a manter o foco positivo até chegar o esperado momento.

Em uma segunda fase, após a adoção, inicia-se a formação dos vínculos e a busca por orientações sobre as questões de contar sobre adoção, pais biológicos, Falar sobre adoção, conhecer a família biológica, visitar irmãos biológicos, lidar com sentimentos de medo, desenvolvimento infantil, adaptação da criança  são alguns dos pontos fundamentais para o desenvolvimento funcional, maduro, sincero, honesto do sistema familiar.

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A afetividade é construída no dia a dia da família.

A base para uma personalidade saudável é o Afeto. Independente da adoção ser feita por uma pessoa solteira, casal homossexual ou um casal heterossexual o mais importante é a maturidade emocional para construir um sistema familiar saudável e amoroso. A avaliação psicológica na adoção verifica os fatores de personalidade e comportamento buscando uma sintonia entre as necessidades da criança e seu futuro(a) pai /mãe.

É muito importante que os pais sejam sempre transparentes com a criança em relação as suas origens. 

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 Adotar é mudar um destino

O importante é buscar dentro de si, os motivos emocionais que o levam a tomar esta decisão, e encarar todas as possíveis dificuldades com um olhar positivo para todas as situações.

Quando os pais estão preparados emocionalmente, os sentimentos gerados durante os momentos da criação costumam ser mais positivos. Isso independe do fato do filho ser ou não adotado.

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